quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Relação homem –técnica

Atividade 1.3

No vídeo o impacto social das tecnologias de comunicação e informação, enfatiza a rapidez na transmissão e distribuição das informações, onde pessoas são mobilizadas através das pessoas das redes sociais contra a derrubada de uma árvore, em pouco tempo a sociedade se mobiliza em defesa da permanência da árvore com cobranças dos gestores públicos.
            Rafinha 2.0, vive em um mundo de tecnologias constantemente, porém não as utiliza como meio de estudo, mas como diversão, onde a tecnologia distancia o mundo que vive quando tinha sua idade, onde a ligação on-line no mundo nunca esteve rápida, onde podemos acompanhar um acontecimento em tempo real, como também as postagens dos vídeos caseiros e exposição da vida particular. A era digital vem nos transformando verdadeiros escravos, esquecendo nossos métodos tradicionais.
            O uso das tecnologias no nosso cotidiano nos proporciona maior rapidez nas realizações de atividades desenvolvidas. As tecnologias nos potencializam maravilhas, com as novas habilidades que adquirimos com o uso da ferramenta. Percebe-se a influencia dos avanços tecnológicos no nosso dia-a-dia, pois a comunicação no ciclo de amizades se faz mais pelas redes sociais do que naturalmente, ou seja, cara a cara, causando estranheza para aqueles que ainda não tem conhecimento desse mundo avançado.
                                                Situação – problema I
            Vivemos numa época em que se tornou impossível acompanhar o avanço tecnológico; o que hoje é moderno amanhã pode se tornar obsoleto. Nessa perspectiva percebemos que objetos tão úteis e desejados como uma simples maquininha calculadora, em pouco tempo poderá se tornar peça de museu.
            O celular, por exemplo, lidera o ranque, na lista dos objetos mais desejáveis, úteis e modernos. O que há algumas décadas só se utilizava para realizar ligações e receber chamadas, hoje, além disso, tira foto, é calculadora, tem internet, som, lanterna e acredite, já existe um modelo que é fotocopiadora e scanneadora. 
            Por isso, é comum encontrarmos pessoas de todas as idades manuseando celulares em comércios para fazer operações matemáticas, porcentagens, cálculos mais complexos sem nenhuma dificuldade; é raro encontrar alguém fazendo cálculos com a mente, principalmente essa moçada da geração tecnológica.
                                                Situação – problema I I
            Hoje, com o advento das novas tecnologias, vivemos uma situação complicada em relação às tarefas escolares. Ao mesmo tempo em que essa evolução tecnológica trouxe facilidade, agilidade, rapidez, comodidade, também trouxe grandes prejuízos para o aprendizado, pois hoje o aluno vive a era digital: cola X copia; ctrl C X ctrl V, mas parar para ler, entender, compreender, copiar, é algo do passado.
            As gerações anteriores se debruçavam em livros, cadernos, apostilas, isso não era fácil, nem pouco cômodo, tão pouco rápido, mas o aprendizado era eficiente, duradouro, sólido, hoje é tido muito rápido, passageiro esmero.
            Podemos dizer que uma das alterações que houver foi à inversão do resultado passageiro anteriormente: pesquisa, muitas leituras; aprendizado duradouro.
                                            Situação – problema III
            Ao relembrarmos os estudantes de algumas décadas passada, percebemos que tudo era mais demorado, poderia até ser mais difícil em alguns aspectos, mas chegavam à sala de aula com seus trabalhos e tarefas manuscritos prontos e completos. Poderiam até “perder” tempo com pesquisas e estudos, mas o aprendizado era real, sólido, eficaz. Hoje, o aluno passa pouco tempo estudando, pois já encontra tudo pronto, prático e muitos não têm trabalho nem de imprimir, envia para o professor por e-mail, como é o caso do Rafinha, apresentado no vídeo 2.0. Isso é bom, é prático, é rápido, todavia, o aprendizado deve ser nosso alvo e este deixa a desejar.  



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